O dono de farmácia independente tem muito orgulho de dizer que é o primeiro a chegar e o último a sair. Ele abre a porta, confere o caixa, atende no balcão, briga com a distribuidora, limpa a prateleira e paga os boletos. Ele se sente um herói.
Mas o mercado não perdoa heróis cansados. A “Síndrome do Dono Polvo” (aquele que tem os tentáculos em toda a operação) é o maior teto de crescimento de uma empresa. Enquanto você estiver escaneando código de barras no caixa, você não está pensando em estratégia.
Se você ganha seu pró-labore para ser um repositor de prateleira de luxo, você está custando muito caro para a sua própria empresa.
O dono precisa estar livre para negociar contratos diretos com a indústria, analisar os dados do programa de fidelidade, treinar a equipe para vender mais (cross-selling) e mapear concorrentes.
Se você está apagando incêndios operacionais o dia todo, quem está pilotando o barco?
Delegar não é largar. Para soltar a operação, você precisa ter indicadores de desempenho (KPIs) muito claros. Você não precisa fechar o caixa se você tem uma auditoria cega de fechamento no sistema. Você não precisa fazer as compras se existe um limite de verba e uma lista de reposição automática parametrizada no ERP.
O seu crescimento começa no exato momento em que você aceita que não precisa fazer tudo sozinho para que as coisas sejam bem feitas.
Você trabalha de domingo a domingo e a sua farmácia não sai do lugar? O gargalo da sua empresa pode ser você. Descubra como profissionalizar a sua gestão com a Mentoria Adão Fonseca e volte a ter vida fora do balcão.